*******

*******
A SAUDADE É A NOSSA ALMA DIZENDO PARA ONDE ELA QUER VOLTAR...

quinta-feira, 14 de maio de 2009

La Princesse Insensible Opening Song

Obrigada Senhor Granja!
Até já

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Breve...

Isto andava em baixo de inspiração para a escrita...
Falta de tempo, falta de vontade, falta de paciência, falta de vontade de dizer coisas, falta de voz, falta de tristezas, falta de grandezas, falta de necessidade, falta de sei lá bem o quê. Ou excesso de tudo...
"Ou coisa que o valha" (só para te irritar e tu sabes quem és e que adoro os teus ohos verdes, a tua alma e as tuas mãos de ouro em mim!)
Mas, voltei a sentir um ventinho aqui na orelha, uma voz que me sussurra umas coisas que apetece pôr em "papel" de carta e "mandar" aos amigos...
Adoro este formigueiro nos dedos!

Está para breve...

quinta-feira, 23 de abril de 2009

sábado, 27 de dezembro de 2008

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

So long Miss Betty!


R.I.P.

Love and kisses for ever...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Pérolas de sabedoria I*

Faz-me um bôbo que eu faço-te um bebé!


*Maravilhas da expressão portuguesa até agora desconhecidas por mim

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

5 meses e 10 anos

"I wanna hurry home to you
put on a slow, dumb show for you
and crack you up
so you can put a blue ribbon on my brain
god I’m very, very frightened
I’ll overdo it
You know I dreamed about you
for twenty-nine years before
I saw you
You know I dreamed about you
I missed you
for twenty-nine years"
Slow show


Pois

Era assim e já não é.
Era tudo tão azul e com o rio pelo meio e com os barcos ao fundo e com a cidade ao longe.
E já não é.
Era só Lobo Antunes massacrado num sussuro de cegueira em Murakami, que se meteu pelo meio sem a isso ser convidado, por isso o que foi deixou de ser.
Era um jantar estranho, regado com vinho doce e batatas amarradas em cara hirsuta e elas estragaram a noite e já não é.
Podia ser uma coisa, até podiam ser duas (lá por isso!), e já não pode ser.
E depois? Shit happens.
Era uma noite fria que pedia agasalho e pantufas e tolices e amêndoas de Páscoa, mas acabaram e deixou-se de ser.
Era assim e depois foi outra coisa e que se lixe, the show must go on, com um coro diferente que saiba ser assim-assim, sem ser aquilo que já não é.
Assim como quem não quer a coisa que pede, mas já pediu, a cena podia ter sido mais dramática, mas nunca foi.
O que foi já lá vai, Badajoz à vista sem contrabandista, morre a mística do que nunca é.
Era assim e depois não é.

O Presente de Natal...

Quem dá à menina?

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

sábado, 4 de outubro de 2008

Já não se joga, porque Molero se calou...




Adeus meus senhores...
Já com saudades!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Ai, as vontades...

Ando com umas vontades de pôr este gatinho na pele! E que vontades...


P.S.: Aceitam-se opiniões sobre a ideia...

terça-feira, 2 de setembro de 2008

A nova (já um pouco repassada) religião rectifica-se...



Afinal o Alvim não é todo ele uma inicial.
O sua cotação com a ordem dos Molhogos subiu e concedemos-lhe mais letras.
Noutra altura especificaremos quais.


A ordem dos Molhongos!!!
P.S.: A religão rectifica assim a sua blogada de Janeiro passado. Aleluia!!! Sara, vá... Shanti; Shanti, que quem shanti os seus males espanti!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Divagações musicais com o burro que geme sobre pan-pipes e afins de mau...

13 de Agosto; Metro do Porto.
Música ambiente: Phil Collins - Another day in paradise em versão Panpipes.
Tinha acabado de perder um metro, ía ter de gramar a música até ao fim, para amenizar a minha dor decidi partilhar o momento, via sms, com o amigo Burro que se acautela gemendo. Eis o seu comentário...
Burro que geme: -"Podia ser pior. Podia ser a Celine Dion acompanhada pelas Panpipes a cantar uma música do Phil Collins. E a um canto, ao piano, o Richard Cleiderman; todos vestidos pelo João Rolo; numa encenação do Ricardo Pais e com direcção musical do Filipe La Féria. - "Há coisas tenebrosas, não há?"- dizem, suspensos da teia, e em cânone, vestidos de anjos pós-modernos, a Isabel Silvestre e o João Reis; enquanto pela esquerda baixa, agarrada a sua viola, entra Dina, vestida de forma barroca, musicando poemas de intervenção e da direita alta, barroca também, Adriana Calcanhoto diz poesia concreta. Tudo termina quando, vinda do fosso numa fonte luminosa, surge Mariza cantando Doors em fado!"
Que responder a isto... Pois tens toda a razão e o Júlio Isidro tem um nariz demasiado grande. Factos são factos!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Muppet Show. Animal - Wild Thing (s2e22)

The sexiest drummer in the world!!!!