And she was... The best kind of evil!
sábado, 27 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Pérolas de sabedoria I*
Faz-me um bôbo que eu faço-te um bebé!
*Maravilhas da expressão portuguesa até agora desconhecidas por mim
*Maravilhas da expressão portuguesa até agora desconhecidas por mim
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
5 meses e 10 anos
Pois
Era assim e já não é.
Era tudo tão azul e com o rio pelo meio e com os barcos ao fundo e com a cidade ao longe.
E já não é.
Era só Lobo Antunes massacrado num sussuro de cegueira em Murakami, que se meteu pelo meio sem a isso ser convidado, por isso o que foi deixou de ser.
Era um jantar estranho, regado com vinho doce e batatas amarradas em cara hirsuta e elas estragaram a noite e já não é.
Podia ser uma coisa, até podiam ser duas (lá por isso!), e já não pode ser.
E depois? Shit happens.
Era uma noite fria que pedia agasalho e pantufas e tolices e amêndoas de Páscoa, mas acabaram e deixou-se de ser.
Era assim e depois foi outra coisa e que se lixe, the show must go on, com um coro diferente que saiba ser assim-assim, sem ser aquilo que já não é.
Assim como quem não quer a coisa que pede, mas já pediu, a cena podia ter sido mais dramática, mas nunca foi.
O que foi já lá vai, Badajoz à vista sem contrabandista, morre a mística do que nunca é.
Era assim e depois não é.
Era tudo tão azul e com o rio pelo meio e com os barcos ao fundo e com a cidade ao longe.
E já não é.
Era só Lobo Antunes massacrado num sussuro de cegueira em Murakami, que se meteu pelo meio sem a isso ser convidado, por isso o que foi deixou de ser.
Era um jantar estranho, regado com vinho doce e batatas amarradas em cara hirsuta e elas estragaram a noite e já não é.
Podia ser uma coisa, até podiam ser duas (lá por isso!), e já não pode ser.
E depois? Shit happens.
Era uma noite fria que pedia agasalho e pantufas e tolices e amêndoas de Páscoa, mas acabaram e deixou-se de ser.
Era assim e depois foi outra coisa e que se lixe, the show must go on, com um coro diferente que saiba ser assim-assim, sem ser aquilo que já não é.
Assim como quem não quer a coisa que pede, mas já pediu, a cena podia ter sido mais dramática, mas nunca foi.
O que foi já lá vai, Badajoz à vista sem contrabandista, morre a mística do que nunca é.
Era assim e depois não é.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Ai, as vontades...
terça-feira, 2 de setembro de 2008
A nova (já um pouco repassada) religião rectifica-se...

Afinal o Alvim não é todo ele uma inicial.
O sua cotação com a ordem dos Molhogos subiu e concedemos-lhe mais letras.
Noutra altura especificaremos quais.
A ordem dos Molhongos!!!
P.S.: A religão rectifica assim a sua blogada de Janeiro passado. Aleluia!!! Sara, vá... Shanti; Shanti, que quem shanti os seus males espanti!
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Divagações musicais com o burro que geme sobre pan-pipes e afins de mau...
13 de Agosto; Metro do Porto.
Música ambiente: Phil Collins - Another day in paradise em versão Panpipes.
Tinha acabado de perder um metro, ía ter de gramar a música até ao fim, para amenizar a minha dor decidi partilhar o momento, via sms, com o amigo Burro que se acautela gemendo. Eis o seu comentário...
Burro que geme: -"Podia ser pior. Podia ser a Celine Dion acompanhada pelas Panpipes a cantar uma música do Phil Collins. E a um canto, ao piano, o Richard Cleiderman; todos vestidos pelo João Rolo; numa encenação do Ricardo Pais e com direcção musical do Filipe La Féria. - "Há coisas tenebrosas, não há?"- dizem, suspensos da teia, e em cânone, vestidos de anjos pós-modernos, a Isabel Silvestre e o João Reis; enquanto pela esquerda baixa, agarrada a sua viola, entra Dina, vestida de forma barroca, musicando poemas de intervenção e da direita alta, barroca também, Adriana Calcanhoto diz poesia concreta. Tudo termina quando, vinda do fosso numa fonte luminosa, surge Mariza cantando Doors em fado!"
Que responder a isto... Pois tens toda a razão e o Júlio Isidro tem um nariz demasiado grande. Factos são factos!
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
As ideias assassinas

Era uma vez uma menina azul e grave, que vivia num reino longínquo, onde os pandas sorriam quando o sol se punha em cima das mesas a contar estórias obscenas.
Ora a menina, que mudava de tom de azul consoante os seus estados de humor, vivia numa incerteza latente entre a realidade que a rodeava e o mundo de fantasia onde se movia secretamente; incapaz de perceber se de facto as malhas das estradas tinham coração de hiena ou se eram meramente figuras de estilo nas quais ela optava por acreditar.
Num dia em que acordou azul eléctrico pensou:
-Sou absurda... ainda acredito em fadas, em baleias assassinas e na música!
Ficou furiosa consigo própria e pensou novamente:
-Vou deixar de ser grave e ficar cor-de-rosa.
Tomada essa resolução, pouco a pouco começou a sentir-se ficar azul-bebé e por dentro, calmamente, esperou a mudança radical de cor.
Enquanto esperava e não acontecia, para que não desse por si aborrecida com a nova resolução decidiu sair de casa e passear até à orla da floresta que ladeava o seu tão longínquo reino.
Caminhou de forma segura e decidida, enquanto comia uma mão cheia de avelãs que roubara pelo caminho a um mercador boçal desatento; enquanto mastigava pensou novamente:
-Será que as estórias têm de ter príncipio, meio e fim? Ou será que podemos continuar impunes a massacrar os nossos leitores?
Não foi mais longe neste pensamento; caiu morta, redonda e em azul índigo, de uma apoplexia causada pelo esforço sobre-humano da mudança de cor.
Moral da estória: nunca filosofar sobre a grandes questões humanas num reino onde existam sóis obscenos.
Subscrever:
Comentários (Atom)



.jpg)



